7 gafes na procura de emprego que você deve evitar!

pessoa na procura de emprego

A procura de emprego envolve uma série de atitudes e procedimentos que precisam ser planejados e executados com cuidado. Um erro “bobo” pode ser o suficiente para afastar um profissional de algo que ele deseja, inclusive quando ele é capacitado para isso.

Em tempos de redes sociais, a atenção precisa se redobrar. Mesmo aqueles que não estão em um momento de procura de emprego ativa podem sofrer as consequências de seu histórico na internet, afastando oportunidades.

Dessa maneira, a busca por novas oportunidades começa antes do ato em si, exigindo uma ética constante. Em contrapartida, nas situações em que se procura emprego, é necessário se atentar a questões específicas deste momento.

A seguir vamos falar sobre algumas das principais gafes que podem ser culpadas por você não ter conseguido uma posição desejada no mercado de trabalho. Fique atento e evite que isso volte a acontecer no futuro!

Principais gafes na procura de emprego

Conhecer e refletir sobre o que está errado em relação a uma determinada situação pode ser tão importante quanto aprender o que é certo. Existem certas atitudes e comportamentos que acabamos normalizando, por exemplo, devido ao modo como são encaradas em nosso círculo mais próximo.

Contudo, isso não quer dizer que essas mesmas condutas sejam aceitas em qualquer contexto. Na procura de emprego, a ocorrência de situações consideradas gafes, que basicamente anulam qualquer qualidade que o profissional poderia ter além disso, não são incomuns.

Confira as principais delas e descubra se você cometeu ou comete algum desses equívocos!

1. Falta de clareza e coerência na fala ou na escrita

Dois momentos cruciais da procura de emprego são a elaboração do currículo e a entrevista. Existem casos nos quais um profissional é excelente, tem uma experiência rica, várias formações, boas competências e, contudo, não consegue expressar essas qualidades no currículo e/ou na entrevista.

Isso não quer dizer apenas falar pouco, pode ser até o contrário. O que está em questão é a falta de clareza e objetividade ao discursar sobre a própria experiência. De que maneira, então, o recrutador poderia saber o quanto ele é bom? Torna-se impossível!

O mesmo erro pode ocorrer em dinâmicas, na carta de apresentação, dentre outros mediadores entre um profissional e uma vaga de emprego.

2. Mentir sobre dados pessoais ou profissionais

Deveria ser consenso de que mentir na procura de emprego não é uma boa ideia. Entretanto, algumas pessoas ainda insistem nessa antiestratégia, o que as leva não apenas a perder uma oportunidade, mas a perder muitas.

O motivo é que um profissional que não passa em um processo seletivo, mas teve uma conduta adequada, poderá ter a chance de conseguir o posto em outro momento. Já aquele que, por exemplo, mente no processo, será eliminado indefinidamente de qualquer oportunidade da empresa que identificou a mentira.

A pior das hipóteses é quando, caso contratado, a constatação da mentira se dê no decorrer da atuação do profissional, principalmente se for sobre uma habilidade necessária à função. As complicações decorrentes disso podem ser graves.

3. Fofocar sobre o antigo emprego ou o atual

Essa gafe é cometida principalmente em entrevistas de emprego, na qual alguns profissionais perdem o bom senso e acabam falando mal de colegas, chefias ou de empresas nas quais trabalhou. Isso ocorre, principalmente, quando desejam justificar o motivo da saída de uma empresa.

Contudo, em tempos de redes sociais, a situação pode ser ainda mais constrangedora. Há quem arrisque a manifestar sua insatisfação publicamente, em certos casos, por impulso.

Mesmo que encontre-se uma maneira de evitar que a empresa ou pessoas envolvidas vejam a postagem, pessoas que você nem imagina poderão estar observando seu comportamento e influenciar negativamente em uma futura oportunidade.

Ainda que você tenha razão, os únicos lugares seguros para reclamar do seu emprego, atual ou antigo, é na terapia ou na justiça.

4. Não conhecer as empresas ou instituições de interesse

Uma pessoa está à procura de emprego e se depara com uma vaga interessante, ou uma empresa que sempre tem oportunidades, ou que poderia significar uma progressão na carreira. O que ela faz? Envia o currículo. Contudo, isso não é o suficiente. É preciso se interessar em conhecer as instituições ou empresas nas quais se pretende trabalhar.

Isso permitirá tanto tornar o currículo mais interessante para aquela organização, quanto evitará que você fique comendo mosca em uma possível entrevista quando te fizerem a famosa pergunta: por que você gostaria de trabalhar aqui? Dentre outras questões semelhantes.

5. Não saber o que quer da vida

Atualmente, as empresas não se interessam apenas pelas competências técnicas ou pelos aspectos profissionais. Elas se interessam pelas pessoas, pois será aquele ser integral que irá atuar, cotidianamente, em seu ambiente, interferindo em todos os seus processos.

Portanto, é comum que elas queiram saber sobre questões pessoais do potencial colaborador, inclusive no que diz respeito às suas visões para o próprio futuro. A maneira como uma pessoa se posiciona em relação a isso pode indicar, por exemplo, o quanto valorizará o trabalho e permanecerá na empresa, dentre outros aspectos importantes.

Quando um profissional se mostra perdido em relação a projeção da sua própria vida, ele não passa segurança.

6. Mal uso das redes sociais

Já mencionamos que as redes sociais podem comprometer a procura de emprego a partir de um exemplo. Mas essa gafe se tornou tão relevante, que é necessário falar mais sobre ela.

Um profissional precisa entender que suas redes sociais não são mais um objeto de lazer, mas um espaço público e acessível para outras pessoas. Postagens inadequadas podem comprometer o emprego no qual ele está ou que ele poderia conseguir.

Alguns exemplos disso são: posicionamentos ideológicos radicais, falta de educação em comentários e postagens, fotos sensuais, excesso de exposição da vida privada, piadas de mal gosto, inconveniência no contato com as pessoas, dentre outros problemas.

7. Currículo inadequado e incompleto

Mesmo quem não está à procura de emprego ativamente, mas projeta uma oportunidade melhor no futuro, precisa ficar atento em atualizar sempre o currículo, mantê-lo organizado e com todas as informações necessárias.

Isso é verdade, particularmente, quanto aos currículos mantidos em bancos de vagas on-line e redes profissionais, como o LinkedIn. Deve-se manter sempre os contatos atualizados, lembrar de mencionar novas qualificações e experiências.

Além disso, é sempre importante conferir quais são os tópicos indispensáveis nesse documento. Em contrapartida, como já observamos, deve-se buscar ser conciso, a fim de manter a coerência, clareza e objetividade para os recrutadores.

Como foi possível perceber, certas gafes que prejudicam a procura de emprego acontecem antes dela, ainda que a maioria ocorra no ato. Portanto, um profissional deve sempre cuidar desse lado de sua vida, evitando prejudicá-lo em algum momento.

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